Tonalité : C major•
Verse 1
Am
F#dim
G
Em
C
Oh Zebu!
F
G
A
Dm
G
Zebuu u
Verse 2
Cm
C
Olha aí chamam ele de Zebu
Em
Dm
Ele sabe e pergunta porque é
É que o malandro todo dia curte
G
Lá no seu cortiço com
C
a sua mulher
Chamam ele de Zebu
A
Dm
Ele sabe e pergunta porque é (certo)
É que o malandro todo dia curte
G
C
No seu cortiço com a sua mulher
Verse 3
É, o Zebu sai de casa às cinco horas
Em
Dm
O esperto chega logo as cinco e dez
Veste logo o seu pijama
G
C
Em seu chinelo mete os pés
Quando ela serve o café da manhã
Gm
C
F
É ovos afogados na manteiga
Ebdim
G
Depois ele deita e rola
Dm
G
C
Na cama com a sua nêga
Verse 4
C
Olha aí, chamam ele de Zebu
Em
Dm
Ele sabe e pergunta porque é (diz)
É que o malandro todo dia curte
G
No seu cortiço com a sua
C
mulher (sabia não)
Chamam ele de Zebu
A
Ele sabe e pergunta porque
Dm
é (eu não sabia!)
É que o malandro todo dia curte
G
C
No seu cortiço com a sua mulher
Verse 5
C
As quatro da tarde ele larga
Em
Fica bebendo pela rua
Dm
pra não dar flagrante
F
Dm
Diz que o po vo é que fala demais
G
C
E a humanidade é ignorante
Por sua preta põe a mão no fogo
F
Dizendo que ela é pura e honesta
C
Mas a cada dia que passa
G
C
Nasce mais um negócio na sua testa
Verse 6
C
Olha aí, Chamam ele de Zebu
Dm
Ele sabe e pergunta porque é
É que o malandro todo dia curte
G
C
No seu cortiço com a sua
mulher (São chifre)
G
C
Chamam ele de Zebu
Dm
Ele sabe e pergunta porque é (diz)
É que o malandro todo dia curte
G
Dm
G
C
No seu cortiço com a sua mulher
Verse 7
C
O Zebu sai de casa às cinco horas
Em
O esperto chega lo go as
A
Dm
cinco e dez
F
Dm
Veste lo go o seu pijama
G
C
Em seu chinelo mete os pés
Quando ela serve o café da manhã
É ovos afogados na manteiga
F
Cm
C
Depois ele deita e rola
G
C
Na cama com a sua nêga
Verse 8
Olha aí, Chamam ele de Zebu
A
Ele sabe e pergunta porque
é (porque?)
Dm
G
É que o malandro todo dia curte
C
No seu cortiço com a sua mulher (ele
não sabe de nada não)
Chamam ele de Zebu
A
Dm
Ele sabe e pergunta porque é
É que o malandro todo dia curte
G
C
No seu cortiço com a sua mulher
Verse 9
C
As quatro da tarde ele larga
Em
Fica bebendo pela ru a
Dm
pra não dar flagrante
Diz que o povo é que fala demais
G
C
E a humanidade é ig norante
Por sua preta põe a mão no fogo
F
Dizendo que ela é pura e honesta
Cm
Mas a cada dia que passa
C
G
Nasce mais um negócio
C
na sua testa
Verse 10
Chamam ele de Zebu
A
Ele sabe e pergunta porque é
Dm
É que o malandro todo dia curte
G
C
No seu cortiço com a sua mulher
Chamam ele de Zebu (Zebu é a...)
A
Dm
Ele sabe e pergunta porque é
G
É que o malandro todo dia curte
C
No seu cortiço com a sua mulher
Chamam ele de Zebu (Zebu é a...)
Ele sabe e pergunta porque é
É que o malandro todo dia curte
Dm
No seu cortiço com a sua mulher
(aí zebu)
G
Chamam ele de Zebu
Ele sabe e pergunta porque é (aí cornélio,
C
ô cornélio)
É que o malandro todo dia curte
Dm
No seu cortiço com a sua mulher (sujou,
sujou)
Chamam ele de Zebu
C
Ele sabe e pergunta porque é
É que o malandro todo dia curte
No seu cortiço com a sua mulher
Chamam ele de Zebu
C
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