Tonalité : C major•
Verse 1
C
Muito bem, meus amigos
Vamos agora unir nossas forças
E num momento de união, que
faz açúcar
Em
Vamos lembrar da mulher amada
Aquela mulher que pede que você corte
o cabelo
Aquela mulher que mudou a sua vida
F
Que fez você tomar banho
e escovar os dentes
Aquela mulher que briga
com você
Quando você põe o dedo no nariz
G
E cola debaixo do sofá
Essa desgraçada,
que com certeza é palmeirense
Que briga com você
F
Quando você quer assistir o jogo de futebol
Ela quer assistir novela reprisada
Olhe para os olhos dessa mocreia
E diga estas palavras de amor
Verse 2
Em
Te encontrei toda
remelenta e estronchada
Num bar entregue às bebida
Te cortei os cabelos do sovaco e
as unhas do pé
F
Te chamei de querida
Te ensinei todos os auto-reverse da vida
E o movimento de translação
G
que faz a Terra girar
Te falei que o importante é competir
Mas te mato de pancada se você não
Interlude 1
ganhar
C
G
Em
G
F
G
Verse 3
C
Você foi agora a coisa mais importante
Que já me aconteceu neste momento
Em toda a minha vida
Em
Um paradoxo do pretérito
imperfeito
Complexo com a teoria da
relatividade
Num momento crucial um sábio
soube saber
F
Que o sabiá sabia assobiar
E quem amafagafar os amafagafinhos
Bom amafagafigador será
Verse 4
F
Te falei que os pediatra
é o doutor
G
Responsável pela saúde dos pé
O zoista cuida dos zóio
e os oculista
Deus me livre nunca vão mexer no meu
Pois pra mim você é uma
F
besta mitológica
Com cabelo pixaim parecida com a Medusa
Eu disse isso pra rimar
Com a soma dos quadrado dos catetos
Em
É igual à porra da hipotenusa
Verse 5
Em
Você foi agora a coisa mais
importante
Que aconteceu neste momento
Até hoje em toda a minha vida
F
Um paradoxo do pretérito
imperfeito
Complexo com a teoria da relatividade
G
Num momento crucial
um sábio soube saber
Que o sabiá sabia assobiar
E quem amafagar os amafagafinhos
Bom amafagafinhador será
Verse 6
F
Eu fundei a Associação Internacional
De Proteção às Borboletas do Afeganistão
Em
Te provei por B mais C que a menina
Dos teus zoios não tem menstruação
F
Dar um prato de trigo pra dois tigres e
Ver os bichos brigando é legal que só
G
Pois nos tira e põe, deixa ficar da vida
Verse 7
Sempre serei seu escravo-de-Jó
G
F
Logo agora que você
estava quase entendendo
O que eu estou falando
Em
A canção está acabando e
o Creuzebek está
Baixando ali o volume
E você não entende porra nenhuma
F
Que eu 'to falando aqui
É por isso que eu estou dizendo
esse monte de besteira, caralho
Eu vou dizer uma coisa pra você
G
Eu 'tava conversando esses dias com o pessoal da 89,
meus amigos
Tem lá o Xexeu,
aquele monte de gente feia da porra
F
Eu já não estou aguentando mais
Eu tenho que fazer gargarejo
com vinagre e sal
Soltei um peido aqui em cima
Que cheirou tudo foi esse
Thiago Lacerda aqui
Em
Que está fedido o ambiente meus
dedos estão dormentes
Pelo amor de Deus, parem com esta porra
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