Tonalité : G major
Verse 1
D
G
C
D
G
O rio Brígida nasce
Em
G
lá no pé da serra
Em
G
Na fazenda Gameleira
A
D
de seu Chico Alencar
E vai descendo, vai rolando devagar
Em
G
Chega em Novo Exu e com licença,
C
G
eu vou cantar
Verse 2
Em
G
Em
G
Em No vo Exu, ele chora, sai rezando
Em
G
Vendo gente se matando,
A
D
briga de irmão com irmão
Tem jeito não, que isso é coisa de cacique
C
G
C
G
E vai chegando em São João do Araripe
Em
Am
Ah, menino, se
Verse 3
Em
D
esse riacho falasse
G
B
Em
Quanta coisa que ele ti nha pra contar
Ai, quanta festa,
D
quanto samba sem horário
C
Eu e o meu pai Januário,
B
nóis' tocando sem parar
Em
São as lembrança nessas águas a rolar
Verse 4
Em
C
Vai cortando Monte Be lo,
Em
D
São Raimundo
G
Em
Tamarina, Barriguda e
Baraúnas
E tem passagem por Granito, que bonito!
D
C
Olha aí, Parnamirim, Terra Nova e Orocó
B
Em
E desatou no São Francisco esse nó
B
E desatou no São Francisco
Em
D
G
esse nó
Em
É
Verse 5
Am
D
mo' fi'
G
Mas num tem nó que o ho
Em
Am
D
G
mem num sai ba desatar
Em
A
Am
D
G
Alô, Zé de Moura, Marco Maciel
Em
Am
D
Nilo Coelho, Osvaldo Coelho,
G
Em
Am
esse quarteto!
Verse 6
G
o grande,
Em
Am
saudoso Agamenon Magalhães
D
G
Em
Am
Está lá em ci ma esperando as
D
G
barragens do rio Brígida
Em
Am
Que ele tan to sonhou
D
Que tal?
Verse 7
G
Em
É agora?
Am
D
G
Esse quarteto!
Em
Am
D
Esse quarteto pra harmonizar
G
o meu sertão
C
D
G
D
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AccordeurE A D G B E
AccordsD G C Em A...
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