Tonalité : A minor•
Intro 1
Am
F
G
E
Am
F
G
E
C
F
G
Verse 1
G
Eles se
C
G
en contram no cais do porto
Am
pelas calçadas
C
F
A
Fazem biscates pelos mercados,
Dm
pelas esquinas
F
E
Carregam lixo, vendem revistas,
Am
juntam vaganas
D
E são pingentes das ave
G
C
nidas da capital
E
C
G
Eles se escondem pelos botecos,
Am
entre os cortiços
C
F
E pra esquecerem,
A
Dm
contam bravatas velhas histórias
F
G
E
Então são tragos, muitos estragos
Am
por toda noi te
D
G
Olhos abertos, o longe é perto,
C
o que vale é o sonho
G
Sobram ventos desgarrados,
E
Am
C
carre gados de saudade
F
E
Viram copos, viram mundos
Am
F
Mas o que foi nunca mais será
G
Am
F
Mas o que foi nunca mais será
G
Am
Mas o que foi nunca
F
G
mais será
C
G
Cervavam mate, sorriso franco,
Am
palheiro ace so
C
F
A
Viravam brasas, contavam casos,
Dm
pulindo esporas
C
Dm
G
E
Geada fria, café bem quente,
Am
muito alvoroço
D
G
Arreios firmes e nos pescoços
C
lenços vermelhos
G
Jogo do osso, cana de espera
E
e o pão de forno
Am
C
F
E
O milho assado, a carne gorda,
Am
a cancha reta
C
F
F#dim
Faziam planos e nem sabiam
C
A
que eram felizes
D
G
Olhos abertos, o longe é perto,
C
que vale o sonho
G
Eles se encontram no cais do porto,
Am
pelas calçadas
C
F
A
Viravam brasas, contavam casos,
Dm
pulindo esporas
C
G
E
Carregam lixo, vendem revistas,
Am
juntam baganas
D
G
Areios firmes e nos pescoços
C
lenços vermelhos
G
Cervavam mate, sorriso franco,
Am
palheiro ace so
C
F
A
Fazem biscates pelos mercados,
Dm
pelas esquinas
F
G
E
Geada fria, café bem quente,
Am
muito alvoroço
D
E são pingentes nas ave
G
C
nidas da capital
G
Jogo do açúcar na despera
E
e o pão de forno
Am
C
F
O milho assado,
E
Am
a carne gorda, a cancha re ta
C
F
F#dim
Faziam planos e nem sabiam
C
A
que eram felizes
D
G
Olhos abertos, o longe é perto,
C
o que vale é o sonho
G
Eles se escondem pelos botecos,
Am
pelos curdiços
C
F
Que pra esquecerem contam
A
Dm
bravatas velhas histórias
F
E
En tão são tragos, muitos estragos
Am
por toda noi te
C
D
G
Olhos abertos, o longe é perto,
C
o que vale é o sonho
G
E
Sopram ventos desgarrados,
Am
C
carregados de saudade
F
E
Viram copos, viram mundos
Am
C
Am
C
Mas o que foi, nunca mais se rá
F
G
Am
C
F
Mas o que foi, nunca mais será
G
Am
F
G
Mas o que foi, nunca mais se rá
C
A
Dm
G
Ah, ah, ah, ah, ah, ah
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