Tonalité : F minor
Verse 1
Em
Am
Cdim
Em
Ao modo de
G
C
aves cruzando as alturas
B
Em
Milhares de peixes vermelhos e azuis
G
Na cega certeza de algum
C
que conduz
B
Em
Percorrem distâncias nas águas escuras
Cdim
Em
Mas no oceano tem mais criaturas
Verse 2
C
Que esperam fa mintas pra
Em
lhes devorar
E aqueles que escapam vão
G
Cdim
ter de esbarrar
B
Que nem peregrinos exaustos
Em
de sede
G
Nos braços dos homens
Cdim
que arrastam a rede
B
Em
Cantando ciranda na beira do mar
G
Cantando ciran
Verse 3
C
Cdim
da na
B
Em
beira do mar
Pegando carona nas grossas correntes
C
B
Se vão tartarugas de cascos brilhantes
Em
G
Que embarcam no rumo
de praias distantes
C
B
Que servem de berço
pra seus descendentes
Em
C
Am
Em
Que rasgam os ovos e emergem va lentes
Am
Em
E correm sozinhas para se salvar
Verse 4
G
Mas só uma ou outra
C
consegue chegar
Cdim
B
Nas águas salgadas que
Em
impedem o abraço
G
Das garras das aves de
C
Cdim
bico de aço
B
Que cantam ciranda na
Em
beira do mar
G
C
Cdim
B
Cantando ciranda na beira do mar
Interlude 1
Em
C
Cdim
D#dim
B
Em
C
Cdim
D#dim
B
Verse 5
G
C
Coqueiros parecem vigias felizes
Cdim
Que zombam do tempo que
B
engole os humanos
Em
G
C
E assim passam dias e meses e anos
Cdim
Não cedem, não cansam,
B
Em
não tem cicatrizes
Verse 6
Am
Mas o tempo aponta pra suas raízes
Em
Am
As águas começam a
Em
se aproximar
G
Roendo as entranhas pra
Cdim
lhes derrubar
B
Que nem condenados,
pendendo, penosos
Em
G
Nos braços dos ventos morrendo
Cdim
orgulhosos
B
Em
Cantando ciranda na beira do mar
Verse 7
Em
C
Cdim
Cantando ciranda
C
Em
na beira do mar
G
C
Cantando ciranda
Cdim
B
Em
na beira do mar
G
Cdim
Cantando ciranda na
B
C
Em
beira do mar
G
C
Cdim
Cantando ciranda
B
Em
na beira do mar
Verse 8
G
Com olhos de vidro de cores berrantes
C
Cdim
Balançam edifícios de
B
Em
quarenta andares
G
Que olhados de longe se parecem altares
C
Cdim
Do culto esquecido
B
de uns deuses gigantes
Em
Am
Que rompem os tempos
dizendo arrogantes
Em
Am
Que os ventos libertos
não podem passar
Em
G
E atrás das colunas que
Cdim
agarram o ar
B
Uns tantos se espremem
Em
sentindo os mormaços
G
Nas sombras de uns poucos que
Cdim
miram os espaços
B
Cantando ciranda na beira do mar
Interlude 2
Em
C
B
Em
C
B
Em
C
Cdim
D#dim
B
Em
C
Cdim
D#dim
B
Em
Eu vivo pisando
Verse 9
G
C
nas mesmas areias
G#
Que o mar passa os dedos
B
Em
e acaricia
G
C
Nas noites de Lua com brisa macia
Cdim
B
Escuto o chamado das mesmas sereias
Em
Am
Me sento nas pedras
A
Am
Em
que nas marés cheias
Am
Em
As água procuram pra se arremessar
Verse 10
G
Que nem combatentes que
Cdim
vem guerrear
B
Sem ter esperança de
Em
fama ou de glória
G
Se acabam em espuma,
C
se apagam na história
Cdim
B
Em
Cantando ciranda na beira do mar
Verse 11
G
Cdim
Cantando ciranda
B
C
Em
na beira do mar
G
C
B
Cantando ciranda na
Em
beira do mar
G
Cdim
Cantando ciranda na
C
Em
beira do mar
G
C
B
Em
Cantando ciranda na beira do mar
Verse 12
G
Cdim
Cantando ciranda na
G
C
Em
beira do mar
G
C
Cantando ciranda na
B
Em
beira do mar
G
B
Cdim
Cantando ciranda
B
C
Em
na beira do mar
G
Cantando ciranda
Outro 1
Am
Cdim
D#dim
G#
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